Por Isadora Satie
Não consigo escrever sobre isso.
As palavras esconderam-se ou sequer existem, é essa a impressão que tenho. Engana-se quem pensa que escritores têm palavra pra tudo. Às vezes quando temos a certeza de que encontramos as palavras capazes de descrever aquela situação, elas escorrem de nossas próprias mãos. Existem momentos em que eu gostaria de poder narrar qualquer coisa que fizesse o leitor conseguir viver, mesmo que por míseros segundos, aquilo postoem palavras.
Alguma coisa que fizesse o leitor sentir em seu peito, o
aperto; em sua pele, o arrepio; em seu coração, a dor; em seus olhos, as
lágrimas a caminho.
Talvez meu desejo não seja só meu. E sim, de muitos os que escrevem. Como eu gostaria de poder contar a você, aquela história de amor com todos os detalhes, surpresas, emoções, alegrias e dores, que nela se fazem tão presentes. Quem sabe um dia, com ela eu crie uma poesia, uma crônica, um conto, ou um livro bem pesado. Porém, nesse exato momento, as palavras do dicionário não me servem, as frases prontas são inúteis, e as de efeito, nenhum efeito causariam por aqui.
Que tarefa difícil encontrar o título perfeito a fim de criar ao menos um humilde parágrafo. Por enquanto, título algum chega perto do nome que essa história um dia terá. É que, possivelmente, as histórias sem título são as que ainda estão sendo vividas. Mas isso é só devaneio meu. Sabe, talvez nem de amor ela seja. Olha, talvez eu é que sou jovem demais para dizer que se trata de uma história.
De qualquer forma, um dia eu escreverei sobre isso. O tempo dirá se em algumas frases ou páginas. Tentarei relatar a história inteira na intenção de que alguém, nesse mundo, possa entender além das palavras. Mas, sim, eu sei que se engana o escritor que acredita leitores são capazes de sentir o que verdadeiramente há por trás de cada palavra. Por isso, apenas espero que essa história um dia possa tocar o coração de alguém, como anda tocando o meu.
Tudo que eu posso dizer é que ela é baseada em fatos reais, da minha própria vida. Talvez eu esteja a caminho de seu clímax, de seu fim ou do mais louco começo.
Bem, um dia eu e você saberemos.
Não consigo escrever sobre isso.
As palavras esconderam-se ou sequer existem, é essa a impressão que tenho. Engana-se quem pensa que escritores têm palavra pra tudo. Às vezes quando temos a certeza de que encontramos as palavras capazes de descrever aquela situação, elas escorrem de nossas próprias mãos. Existem momentos em que eu gostaria de poder narrar qualquer coisa que fizesse o leitor conseguir viver, mesmo que por míseros segundos, aquilo posto
Alguma
Talvez meu desejo não seja só meu. E sim, de muitos os que escrevem. Como eu gostaria de poder contar a você, aquela história de amor com todos os detalhes, surpresas, emoções, alegrias e dores, que nela se fazem tão presentes. Quem sabe um dia, com ela eu crie uma poesia, uma crônica, um conto, ou um livro bem pesado. Porém, nesse exato momento, as palavras do dicionário não me servem, as frases prontas são inúteis, e as de efeito, nenhum efeito causariam por aqui.
Que tarefa difícil encontrar o título perfeito a fim de criar ao menos um humilde parágrafo. Por enquanto, título algum chega perto do nome que essa história um dia terá. É que, possivelmente, as histórias sem título são as que ainda estão sendo vividas. Mas isso é só devaneio meu. Sabe, talvez nem de amor ela seja. Olha, talvez eu é que sou jovem demais para dizer que se trata de uma história.
De qualquer forma, um dia eu escreverei sobre isso. O tempo dirá se em algumas frases ou páginas. Tentarei relatar a história inteira na intenção de que alguém, nesse mundo, possa entender além das palavras. Mas, sim, eu sei que se engana o escritor que acredita leitores são capazes de sentir o que verdadeiramente há por trás de cada palavra. Por isso, apenas espero que essa história um dia possa tocar o coração de alguém, como anda tocando o meu.
Tudo que eu posso dizer é que ela é baseada em fatos reais, da minha própria vida. Talvez eu esteja a caminho de seu clímax, de seu fim ou do mais louco começo.
Bem, um dia eu e você saberemos.

























