domingo, 18 de setembro de 2016

Desesperadamente,

domingos pedem p a u s a s. O caos de segunda à sexta, merece um dia que seja de puro sossego. O barulho incessante da cidade, deseja o silêncio gostoso do quarto. A loucura e correria do dia-a-dia, clama por um momento de sanidade e calmaria. Às vezes, nem se trata do domingo... Mas da vida que, de tão sufocada, suplica por um ou até dois respiros.                                      

Isadora Terada

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